domingo, 28 de fevereiro de 2010

Composições #3

Bom essa tarde foi uma tarde especialmente produtiva. Compus uma musica bastante grande! E fico bonita pra caramba. Essa música é melódica, bem calma, e bem triste;
Espero que vocês gostem!! Comentem!!

Oblivion
(Oblivion)
Oblivion is my reality
Nothing is real but pain for me
My heart has become a bad seed
I have my eyes open but I cannot see
I can only see the blink of a scythe

Oblivion, so frightening
Like a curse that's numbing
My bones, my head, my feelings,
I can barely stand, so I'm kneeling
A dark fog that blinds my mind

Oblivion, leave me be
Only you can set me free

Oblivion, freaks me out
Like a knife, tears me down
I know it'll never go, and somehow
I know it's not your fault
My soul's taken by the stench of the dead

Oblivion, can't take any more
I am crying rains of gore
There's no more heat in my blood
I guess my love is no more
Alive, and loneliness, it makes me mad!


As estrofes com apenas dois versos são os refrões. Nossa, as minhas músicas tão muito melancólicas... Vou tentar faze uma de amor, ou qualquer outra coisa do tipo...

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Análise - United Abominations


Hoje, estava ouvindo minhas músicas do Megadeth(uma das minhas bandas preferidas), e lembrei o alívio que eu senti quando ouvi pela primeira vez o segundo CD deles depois da reformação da banda. Depois do fracasso, e dos desvios do thrash metal, de The System Has Failed, eu fiquei com medo de encontrar uma simples continuação do estilo desse disco. Estava completamente enganado.

O Megadeth volta com um metal destruidor, pesado, simplismente incrível. Claro que eu sinto falta dos antigos membros da banda, em especial do David Ellefson(que voltou à banda em 2007, graças aos deuses do metal), mas os novos membros da banda fazem jus ao nome que carregam. Dave Mustaine continua um mestre no seu instrumento, um dos melhores guitarristas que já pisaram no solo sagrado de Woodstock. O baterista Shawn Dover adotou o estilo do ex Jimmy DeGrasso, com dois bumbos e percursão estilo "metralhadora". Os solos estão inacreditáveis, e o baixa continua genial como sempre foi.

Logo na faixa de abertura, "Sleepwalker", é possível perceber onde acabam as frescuras no disco anterior e onde começa a thrash metal de verdade. A introdução é simplismente assustadora, e a letra é perturbadora, combinando bem com os vocais de Dave. Destaque também para "Washington is Next!", uma música que protesta contra todos os abusos do governo americano, a guerra e a ignorância aos reais problemas do país. Há também a regravação de "A Tout Le Monde", com guitarras mais rápidas e um dueto com Cristina Scabbia, vocalista do Lacuna Coil. So fiquei curioso para ouvir "Out on the Tiles", cover do Led Zeppelin, que eu não consegui baixar ainda por so aparecer na versão japonesa do disco.

Resumindo: Genial!! Realmente a ressurreição do Megadeth, e um retorno às origens da banda.

Faixas(faixas em negrito são uma brasa, mora):
Todas as faixas compostas por Dave Mustaine, a não ser quando especificado
1- Sleepwalker
2- Washington is Next!
3- Never Walk Alone... a Call to Arms(Mustaine, Drover)
4- United Abominations
5- Gears of Wars

6- Blessed Are the Dead
7- Play for Blood
8- A Tout Le Monde
9- Amerikhastan
10- You're Dead
11- Burnt Ice
12- Out on the Tiles(Led Zeppelin Cover)
13- Black Swan

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Composições #2

Ainda meio com as idéias de contradições na cabeça, fui procurar inspiração na internet. Com um pouco de pesquisa, fiquei sabendo que várias bandas utilizam vocais compostos por duas vozes, uma gutural e agressiva e outra suave e melódica; estilo chamado de "The Beauty and the Beast". Se alguém fica curioso do que se trata, algumas bandas que usam esse estilo de vocais são: The Agonist, Gloria, Eyes Set to Kill, Bullet for My Valentine, etc. Não precisa ser necessariamente dois cantores. Ora, pensei eu com meus botões, taí um belo título pra um música. Sentei-me, e comecei a escrever. Novamente, a música é bastante pessoal, mas está um tanto mais agressiva que a minha última composição. Nenhuma inspiração mais direta, a não ser a pequena referência à Master of Puppets nos primeiros versos. La vai:

The Beauty and the Beast

Can it be that I'm some sort of puppet?
Your astonishing beauty makes you my master
Why the twisted smile whenever I suffer?
Your killer look pierce me, drives me mad faster
Your pleasure, your addiction is to play
But I'll get up, I'm gonna try again
Am i just a piece in your game?

You're the beauty whi fills my dreams
You're the beast who rips my heart apart
My beauty, where all the happinnes begins
My beast, who feeds on the loneliness in my heart

You fight against me, you wanna destroy me
Yet I still hope that someday you'll love me
You're ignorance makes my body decay
But when smile to me, all the agony goes away

A hole in my head, a hole in my chest
This wicked love gives me no rest
Now I'm just a piece of walking flesh
A slave to your wishes, my feelings, my mess

Pronto, é isso. O refrão é a segunda estrofe, que se repete no final e depois várias vezes mais. Espero que tenham gostado!! Comentem!

Análise - Brave New World



Antes de começa essa análise, vai um aviso: Prepare-se para a pagação-de-pau e a babação-de-ovo, pq eu so APAIXONADO pelo Iron Maiden!!!! Fã no. 1!!!!
Dado o aviso, continuo.

Após a saída do vocalista Bruce Dickinson e do guitarrista Adrian Smith, o Iron Maiden foi tomado por uma fase ruim, com músicas ruins, vendas piores ainda, e um vocalista que ninguém gostava. Atendendo a pedidos de fãs irados, o baixista e líder da banda Steve Harris anunciou o retorno de Dickinson e Smith, com uma nova estrutura de três guitarristas na banda, e um novo álbum: Brave New World.

O álbum é simplismente foda! É tudo que os fãs do Iron estavam esperando por longos 10 anos da ausência de Bruce. Foram abandonados os temas melancólicos dos últimos dois CDs, retomando as típicas letras sobre mitologia, magia, ficção, etc. O trabalho dos três guitarristas ficou simplismente genial, com uma sincronia e harmonia sem tamanho; A percursão, nas mãos de Steve e do baterista Nicko McBrain, continua furiosa como sempre foi, com as características "batidas galopantes"; e os vocais de Bruce parecem que nunca envelhecem, continuam tão bons como há trinta anos atrás.

Vamos falar um pouco das músicas. A faixa de abertura, "The Wicker Man", é definitivamente a estrela do álbum: tem um riff assassino, um solo humanamente impossível e um baixo que chega a tomar conta da música. Destaque também para as músicas "the Ghost of the Navigator" e "Brave New World", que compartilham o mesmo estilo: introdução calma, com refrão de hino e os típicos OoOoOooOs de Bruce. "Blood Brothers" é uma bonita power ballad, com uma letra profunda e uma linda introdução. "The Nomad" é um misto de heavy metal e riffs árabes, executados com maestria, que lembra bem as músicas árabes que se ve nos filmes e na TV.

Faixas(faixas em negrito: eu recomendio!):

1- The Wicker Man(Smith/Harris/Dickinson)
2- Ghost of the Navigator(Gers/Dickinson/Harris)
3- Brave New World(Murray/Harris/Dickinson)
4- Blood Brothers(Harris)

5- The Mercenary(Gers/Harris)
6- Dream of Mirrors(Gers/Harris)
7- The Fallen Angel(Smith/Harris)
8- The Nomad(Murray/Harris)
9- Out of the Silent Planet(Gers/Dickinson/Harris)
10- The Thin Line Between Love and Hate(Murray/Harris)


Resumindo: Um marco na carreira do Iron Maiden, que faz jus ao legado da banda.

Na foto: Janick Gers(guitarra), Steve Harris(baixo), Bruce Dickinson(vocais), Adrian Smith(guitarra), Nicko McBrain(bateria), Dave Murray(guitarra)

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Detalhes barrocos


Hoje é dia de POSTIIING FREEEEEEEEEEEENZYYYY!!!!!!

Sei que alguém deve ter percebido que minha linguagem neste blog está muito certinha... muito politicamente correta. Bom, acabei de decidir q isso n eh pra mim. A partir desse momento, eu quero que o português se EXPLODA!!

*Elisa se explode ao longe*

Que alívio!
Bom, continuando, achei o soneto q me inspirou a compor a última música. Só não sei o nome do bicho.



Ardor em firme coração nascido!
Pranto por belos olhos derramado!
Incêndio em mares de água disfarçado!
Rio de neve em fogo convertido!

Tu, que em um peito abrasas escondido,
Tu, que em um rosto corres desatado,
Quando fogo em cristais aprisionado,
Quando cristal em chamas derretido.

Se és fogo como passas brandamente?
Se és neve, como queimas com porfia?
Mas ai! Que andou Amor em ti prudente.

Pois para temperar a tirania,
Como quis, que aqui fosse a neve ardente,
Permitiu, parecesse a chama fria.


Profundo como um ralo de esgoto.
Também achei uma música do Slipknot que tem umas características bem próximas do período barroco (pras criaturas ignóbeis, afundadas no poço da ignorância, foi um período da literatura brasileira marcado pelas contradições)(quem fizer piadinhas com barroso leva um Roundhouse Kick). O kra na foto é o Jim Roots, um dos meus guitarristas favoritos, e o gênio do Slipknot.

Circle - Slipknot

Give me the dust of my father
Stand on the face of the ancients
Bear all the secret flesh of time it self

Follow me (Follow me)
I've come so far I'm behind again
Follow me (Follow me)
Wish so hard I'm there again
Follow me (Follow me)
Follow me (Follow me)

All that I wanted the things I had before
All that I needed I've never needed more
All of my questions are answers to my sins
All of my endings are waiting to begin

I know the way but I falter
I can't be afraid of my patience
There's a sacred place razel keep safe
Follow me (Follow me)
I've seen so much I'm blind again
Follow me (Follow me)
I feel so bad I'm alive again
Follow me (Follow me)

All that I wanted the things I had before
All that I needed I've never needed more
All of my questions are answers to my sins
All of my endings are waiting to begin

Composições

Estou aqui escrevendo uma música, inspiradíssimo por um belo soneto de Gregório de Matos. Geralmente, não gosto dessas porcarias que a professora de literatura passa para nós estudarmos, mas tenho que admitir que esse poema é lindo(apesar de eu ter me perdido na última estrofe), e eu gosto bastante da idéia da contradição do fogo e do gelo. Claro, que como uma música é minha, vai ter tudo o que uma música de rock tem direito, como distorção, riffs alucinados, bateria de metralhadora, etc.

Nossa, que última estrofe complicada essa.

Pronto, consegui. A primeira estrofe tá meio amadora, mas a última tá realmente inspirada. Mantive o formato de soneto, por quê achei mais conveniente. Peraí que eu vo muda a primeira estrofe. Sim, agora sim. Ficou melhor. Mas ainda falta um refrão forte... Ah, isso fica pra depois. Aqui vai:


Crystals of Fire
Furious heat from a blackened heart
Single teardrop that screams inside
Bushfire hidden by the seawaves
Snow river turned into a fiery slave

You, who silently light my chest
You, whose love is laid to rest
When fire, trapped by crystals
When crystal, melt by fire

If you're fire, how do you pass so lightly?
If you're snow, how do you burn so brightly?
Cold red love that has left your heart

To make true your wishes of tirany
You wished the flow of the bright snow
And I'll let my cold flame glow

Saco, ainda não gosto da segunda estrofe... Mas acho que o resto ficou bom. Comentem, por favor!! Depois coloco a letra do soneto em outro post, se alguém ficar curioso.

Primeiro Post!!!

WoW!!! Primeiro post!
Peço que perdoem minha falta de experiência, porquê é a primeira vez que faço um blog.
É melhor começar falando do que esse blog se trata. Primeiro, que eu mais criei esse blog pelo simples prazer de escrever do que para os outros verem. Todo músico sabe, que escrever é o melhor jeito de dar vazão aos sentimento e aos pensamento.
Segundo, vou falar aqui do que mais me interessa: rock 'n' roll! Vou escrever o que me der na telha: algumas letras que eu escrevo, reflexões sobre música, avaliações de CDs... enfim, o que me der vontade de escrever na hora.
Bom, chega de enrolação. Me deu uma idéia genial agora, e eu vou escrever alguma coisa agora.